Dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) indicam que as disputas por terra constituem um importante fator de conflitos rurais. O relatório “Conflitos no Campo Brasil 2024” documentou 2.185 conflitos, sendo 1.768 destes relacionados à disputa por terra. As populações mais afetadas por estes conflitos incluem povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outras comunidades tradicionais.
A expansão das áreas de pastagem e monoculturas afeta não apenas os ecossistemas locais, mas também os modos de vida destas populações.